Parque Cultural, Esporte e Lazer Ponta Negra - Jardim Botânico Adolpho Ducke - Zoológico do CIGS - Parque Municipal do Mindu -
Bosque da Ciência - Encontro das Águas - Lago Janauari - Vitória-Amazônica (Vitória-Régia).
Parque Cultural, Esporte e Lazer Ponta Negra
Localizado na Praia da Ponta Negra, às margens do Rio Negro e distante cerca de 18 kms. do centro da cidade, o parque é um dos mais importantes cartões-postais de Manaus. O local oferece uma completa infra-estrutura turística e de serviços: calçadões em ladrilhos hidráulicos, iluminação noturna a vapor de sódio, ciclovia, bares, restaurantes, quadras poliesportivas, anfiteatro, skate park e muito mais. Palco de grandes eventos culturais e esportivos, que acontecem o ano inteiro, é o lugar ideal para quem deseja contemplar o belíssimo pôr-do-sol amazônico.
Parque Cultural, Esporte e Lazer Ponta Negra
Administrado pela Fundação Municipal de Turismo - Manaustur
Av. Coronel Jorge Teixeira, s/n - Ponta Negra
Fone: (92) 3658-4949
Manaus, Am
Jardim Botânico "Adolpho Ducke"
O Jardim Botânico de Manaus "Adolpho Ducke", localizado na Reserva Florestal "Adolpho Ducke", é um dos mais importantes espaços naturais oferecido por Manaus aos seus moradores e turistas brasileiros e estrangeiros, tornando realidade o desejo dos que buscam a emoção de desvendar as maravilhas da biodiversidade amazônica. As visitas permitem uma estreita intimidade com a floresta, por meio de caminhadas em trilhas interpretativas, observando árvores gigantescas, cipós, trepadeiras, cogumelos, fungos e flores. O canto dos pássaros e os sons característicos da selva fascinam os sentidos mais atentos. O local abriga exposições, eventos e cursos com temas ambientas, além de espaços para a produção de mudas e desenvolvimento de pesquisas.
Jardim Botânico Adolho Ducke
Administrado pela Secretaria Muinicipal de Meio Ambiente - Semma
Av. Uirapuru, s/n - Cidade de Deus
Fone: (92) 3682-3318
E-Mail: sedema@pmm.am.gov.br
Manaus, Am
Zoológico do CIGS - Centro de Instruções de Guerra na Selva
Mantido e administrado pelo Exército Brasileiro, o zoológico foi construído em 1967, com o objetivo de proporcionar informações sobre a fauna amazônica aos alunos do Curso de Operações na Selva. Atualmente, possui cerca de 171 animais de 58 espécies. Além de palestras e atividades práticas relativas à preservação do meio ambiente e fauna, o zoológico também investe na recuperação de animais vitimizados para devolução aos seus habitats naturais.
Zoológico do CIGS - Centro de Instruções de Guerra na Selva
Administrado pelo Comando Militar da Amazônia
Av. São Jorge, 750 - São Jorge.
Fone: (92) 2125-6448/2125-6464
Manaus, Am
Parque Municipal do Mindu
Localizado no perímetro urbano de Manaus, no bairro Parque Dez de Novembro, o parque foi criado em 1992 com o objetivo de tornar-se área de interesse ecológico, voltado às atividades científicas, educativas, culturais e turísticas. Administrado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMMA, ocupa uma área de 330 mil m2 (cerca de 33 hectares) da mata remanescente do município. É um dos últimos refúgios do Sauím-de-Manaus, macaco ameaçado de extinção. Em 1996, a Prefeitura de Manaus implantou toda a infra-estrutura do parque, através de um moderno projeto arquitetônico, bem integrado à floresta em forma e escala, permitindo a perfeita interação entre homem e meio ambiente. Com a urbanização das trilhas, é possível caminhar, com segurança, através de quatro ecossistemas distintos: mata de capoeira secundária, mata de terra firme, mata de baixio; e áreas degradadas, que sofreram desmatamento ilegal em 1989. O Mindu possui biblioteca com um centro de informações sobre meio ambiente, estacionamento, anfiteatro para seiscentas pessoas, auditório para 100 pessoas, canteiros de ervas com propriedades medicinais e aromáticas, orquidário, trilha suspensa e sinalização
O Sauím-de-Manaus
O mais famoso morador do Mindu, é o Sauím-de-Manaus, adotado como símbolo do Parque. O "macaquinho-elevador", conhecido por subir e descer verticalmente nos troncos das árvores, habita os arredores do Município de Manaus e os vizinhos Municípios de Itacoatiara e Rio Preto da Eva. O macaquinho tem peso inferior a um quilo e é facilmente identificado pela pelagem com duas cores (castanho em quase todo o corpo e branco no pescoço, peito e braços), a cara toda preta e sem pêlos; e orelhas grandes e pontiagudas. O Sauím-de-Manaus vive em média nove anos e se mantém na lista das espécies ameaçadas de extinção.
Parque Municipal do Mindu
Administrado pela Secretaria Muinicipal de Meio Ambiente - Semma
Rua Perimetral, s/n, Parque Dez, Cep 69.051-470
Fone/Fax: 55 (92) 3236-7702
E-Mail: sedema@pmm.am.gov.br
Manaus, Am
Bosque da Ciência
Localizado no perímetro urbano, o bosque funciona nas dependências do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA. A visita ao local possibilita maior conhecimento sobre o meio ambiente amazônico, ao mesmo tempo em que permite desfrutar horas agradáveis passeando por suas trilhas e caminhos. O Bosque foi projetado e estruturado para fomentar e promover o desenvolvimento do programa de difusão científica e de educação ambiental do INPA, ao mesmo tempo em que mantém a integridade física da área, preservando os aspectos da flora e fauna ali existentes. Educação e lazer se unem neste projeto paisagístico, em aproximadamente treze hectares de vegetação, com a finalidade de divulgar os programas e pesquisas do INPA, além de contribuir para preservar e recuperar a natureza e a cultura da região. As principais atrações do Bosque são: viveiro de ariranhas, tanque do peixe-boi, condomínio das abelhas, trilhas educativas, viveiro de jacarés, jardim botânico, trilha suspensa, fauna livre, orquidário, bromeliário e a Casa da Ciência.
Bosque da Ciência
Administrado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA
Av. André Araújo, 1756 - Aleixo.
Fone: (92) 3643-3293/3643-3192
Manaus, Am
Encontro das Águas
Acontece devido à junção das águas escuras do Rio Negro com as águas barrentas do Rio Solimões (ou Amazonas). Os rios correm lado-a-lado, sem se misturar, por mais de 18 kms, proporcionando um espetáculo inesquecível. O fenômeno ocorre devido à diferença das temperaturas, densidades e correntezas das águas dos rios. O Rio Negro corre cerca de 2 km/h, a uma temperatura de 22°C; enquanto que o Rio Solimões corre de 4 a 6 km/h, a uma temperatura de 28°C. Trata-se de uma das mais espetaculares atrações turísticas da Cidade de Manaus, em que a beleza e majestade da natureza amazônica podem ser amplamente contempladas.
Lago Janauari
Localizado no Rio Negro a uma hora de barco de Manaus, o Parque Ecológico do Lago Janauari possui uma área de nove mil hectares de matas de terra firme, várzea e igapós (floresta inundada). Os passeios fluviais ao parque são promovidos diariamente pelas principais agências de receptivo, com saída pela manhã e regresso no final da tarde. Os pacotes normalmente incluem o almoço regional em restaurante típico e, além da visita ao Encontro das Águas (espetacular junção dos rios Negro e Solimões), um delicioso tour de canoas pelos lagos e igarapés da região. O parque oferece ainda uma das imagens mais marcantes da visita a Manaus: a Vitória-Régia, planta que abre sua folha redonda sobre as águas rasas e sem correnteza e chega a medir 1,8 m de diâmetro. De vida curta, a flor da Vitória-Régia dura apenas três dias, nascendo branca, tomando-se lilás e morrendo na cor vermelho escura.
Vitória-Amazônica (Vitória-Régia)
Encontrada em lagos de pequena profundidade, parados, sem correnteza, a Victoria Amazônica (nome científico), mais popularmente conhecida como Vitória-Régia (homenagem do naturalista inglês Lindley (1837) à rainha Vitória da Inglaterra), é provavelmente a planta amazônica mais conhecida do mundo. Os índios Guaranis conhecem-na como yrupé, sendo y de "água" e rupé de "prato". A espécie é caracterizada por folhas no formato de grandes bandejas verdes com até dois metros de circunferência e bordas de cinco a dez centímetros de altura. Viçosas na época da cheia dos rios, somente algumas sobrevivem durante o período da vazante, normalmente concentradas em pequenos lagos. A espécie tem suas raízes (no formato de bulbos ou batatas) fincadas no fundo das águas, de onde sai uma espécie de tendão coberto de espinhos, que sobe até a superfície. Espinhos protegem a parte inferior da folha da ação dos predadores. A flor, considerada a maior da Região Amazônica, é também guarnecida por espinhos e muda de coloração ao longo de sua breve existência. A melhor época para se ver a Vitória Amazônica (ou Vitória-Régia) é durante o período da cheia dos rios, de Abril até Setembro.
FONTE: informações cedidas pela Fundação Municipal de Turismo - MANAUSTUR. |